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O que é educação?

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   Vem do termo grego Educare que significa fazer, amadurecer.
Educação é um processo de transmissão de cultura.

Qual o motivo de se educar?
       

Educamos para a subsistência, Libertação e transformação

O Que é Pedagogia?

Termo Paidós- Criança ou conduzir; e Logos- Tratado; Ciência;

É uma ciência que tem por objetivo estudar os processos educativos, na qual, engloba diferentes áreas que a constituem como a filosofia, sociologia, antropologia.É um conjunto sistemático de conhecimentos relativos ao fenômeno educativo.


Fatores científicos da Pedagogia:

  Comportamento Humano:
                                      Fatores Sociológicos
                                      Fatores Antropológicos
                                      Fatores Psicológicos e Biológicos
                                      Fatores Políticos e Econômicos
Relacionado as fatores atropológicos fala da diversidade, a respeito da compreensão e percepção que cada indivíduo tem e como lidar com isso.

Mas, e quanto a papel da Escola pública?

O conceito de aplicação da educação tem por finalidade, reconhecer a vida dos próprios alunos, para educá-los além da sua área. Também, de trabalhar o ideal de seu setor, ou seja, o projeto pedagógico.
   Ultimamente, os professores não estão conseguir transmitir valores em suas aulas, consequentemente, acabam os alunos e outros pelo que eles não estão conseguindo fazer.
Dominar o conteúdo também é de suma importância para que haja a melhor transmissão do conteúdo e de forma mais interessante e menos monótona.


Fazer pedagógico:
É através da didática (ciência que estuda a educação, e técnicas, princípios e normas do ensino em todos os aspectos práticos e operacionais), que é um fundamento da pedagogia. Utiliza-se o currículo, não o currículo normal, mas, aquele conjunto de experiências que o aluno adquire nas aulas, e também, o currículo oculto, aquilo que o professor ensina sem perceber que está ensinando, como princípios e conceitos.
O professor tem o dever de pensar mais antes de falar e agir.


Conceitos de ensino:


*Etimológico- Colocar dentro, gravar no espírito;
*Tradicional- Depositar, transmitir conhecimentos;
*Escolanovista- Cria condições de aprendizagem;
*Tecnicista- Racionalidade, eficiência e produtividade criou-se cursos técnicos (o alunos aprende fazeno).

A educação sempre esteve à mercê do capital, como se ela fosse mercadoria a ser vendida, deve-se dar maior importância a esse trabalho tão nobre.

Processos e meios para a prendizagem requer um aprender que se dá de forma cumulativa, é gradativo, deve ser um processo de construção, depois assimilação.

E para isso o professor deve pensar em novas formas de ensino e transmissão, novos padrões.

Aula:21/08/17 e 24/08/17

Apresentações

 

Nesta aula houve a apresentação de diversos blogs, cada um numa forma diferente de apresentação do conteúdo tendências pedagógicas.

Blog 01

 Recurso HISTÓRIA EM QUADRINHOS, onde o personagem principal chamava-se André e era retratado a metodologia de ensino em quatro escolas diferentes, cada uma sobre uma tendência pedagógica.

Blog 04

Utilizou um ESQUEMA EXPLICATIVO como recurso, para isso foi utilizado o software Prezi.

Blog 14

Recurso utilizado foi a MÚSICA. A música tinha por título “Naquela escola”, relatando em cada estrofe uma tendência pedagógica diferente.

Blog 02

Apresentou um POEMA sobre cada umas das tendências pedagógicas.

Blog 03

Apresentamos um CORDEL com textos e imagens de nossa autoria. Veja o vídeo da  apresentação no fim desta aula e o poema descrito na página seguinte.

Blog 05

Utilizou um JOGO DE TABULEIRO como recurso, sendo este, uma maneira de fixação do conteúdo de tendências pedagógicas.

Blog 06

Utilizou como recurso um MAPA na Unifei. Onde cada bloco/prédio representava uma tendência pedagógica.

Apresentação Cordel

Apresentação Cordel

Blog 07

Apresentação na forma de um Teatro ( DRAMATIZAÇÃO), onde os alunos encenaram a diferentes tendências pedagógicas dentro de uma escola.

Blog 10

Utilizou-se como recurso a NARRATIVA ÉPICA,  uma história que envolvia as tendencias pedagógicas.

Blog 13

Utilizou-se como recurso o JOGO DIGITAL, criado no powerpoint, um jogo de perguntas e respostas, a cada acerto um avanço, assim até ultrapassar a linha de chegada.  

Blog 08

Apresentaram uma conversa entre amigos usando fantoches, sendo o  recurso (HISTÓRIA INFANTIS). Cada fantoche pertencia a uma escola com  diferentes  

tendências  pedagógicas. 

Blog 09

Utilizou-se como recurso a IMAGEM,  para isso utilizaram a plataforma do socrative. criando uma atividade onde todo mundo pode participar e responder qual tendencia pedagógica pertencia a imagem apresentada.

Blog 11

Utilizou-se como recurso a METÁFORA, fazendo analogias das tendências pedagógicas ao capitalismo, socialismo, a idade média, entre outros.

Blog 12

Utilizaram como recurso  a BULA, apresentando indicações e contraindicações de cada tendencia pedagógica.

Quadro resumos das aulas

Resumo da aula dia 31/08/17

Neste dia, contamos com a participação da professora Francine que assumiu uma aula no lugar  da professora regente. Foi passado para a turma orientações para a elaboração de um plano de aula. A atividade poderia ser realizada em duplas e o conteúdo poderia ser referente ao curso de graduação da dupla.  O plano de aula deveria conter tema, objetivos, recursos, procedimentos metodológico e procedimentos de avaliação. Essa atividade foi uma das avaliações da disciplina e foi entregue para a professora.

Objeto: Compreender o que é um estudo dirigido


 

O que é um estudo dirigido?

É uma técnica fundamentada no princípio didático de que o professor não ensina: ele é o agilizador da aprendizagem, ajuda o aluno a aprender. É o incentivador e o ativador do aprender. De maneira especial, essa técnica põe em evidência o modo como o aluno aprende.

Para que serve?

O estudo dirigido serve para oportunizar situações para o aluno aprender por meio de sua própria atividade, de acordo com seu ritmo pessoal, para facilitar o atendimento das diferenças individuais, pelo professor, para favorecer o desenvolvimento do sentido de independência e de segurança do aluno e para possibilitar a criação, a correção e o aperfeiçoamento de hábitos de estudo, a fixação, a integração e a ampliação da aprendizagem.


Como realizar uma estudo dirigido ?

Exercícios extras: se ele tem problemas com matérias como matemática ou física, faça exercícios a mais sobre o assunto estudado. Quanto mais ele praticar, melhor. 

Resumos: em matérias como português, história e geografia, incentive seu filho a fazer resumos do que ele leu. É uma ótima maneira de memorizar o que aprendeu e refletir sobre o tema. Esse exercício também o ajuda a recordar mais facilmente o que foi ensinado em aula. 

Questionários: essa técnica ajuda a fixar os conteúdos trabalhados em sala de aula. Peça ao seu filho que faça a si mesmo perguntas sobre o assunto estudado. Então, ele deverá respondê-las após a leitura.

Resumo da aula dia 18/09/2017

Resumo da aula dia 21/09/2017

Na aula do dia 21.09 foi proposta uma atividade diferente pela professora Rita, a atividade consistia em um jurissimulado, onde o réu era a aula expositiva. A sala foi dividida previamente pela professora em grupos (Juízes, Réu, Promotoria, Defesa e os Jurados).

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Feita a divisão e se organizado, a professora deu as orientações e iniciou-se o tribunal!

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A seção foi dividida da seguinte maneira:

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1.  Promotoria terá 5 minutos para acusar a aula expositiva

2.  Defesa terá mais 5 minutos para defender a aula expositiva

3.  Promotoria terá 2 minutos para fazer perguntas para a Defesa, e a Defesa terá mais 5 minutos para responder as perguntas da promotoria.

4.  Defesa terá 2 minutos para fazer perguntas para a Promotoria, e a promotoria terá mais 5 minutos para responder as perguntas da defesa.

5.  Promotoria e Defesa terão 5 minutos, cada um, para poder fazer perguntas para o réu sendo intercalo pelas respostas do mesmo.

6.  Depois os jurados se reúnem para decidir se inocenta ou acusam a aula expositiva, dado os argumentos utilizados pelos alunos.

7. J urados leem a sentença dada!

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No final, independente do resultado, foi discutido o que foi decidido pelos jurados, sendo a aula expositiva absolvida. Sendo que a aula expositiva sempre deve auxiliar na formação do pensamento crítico do aluno, não sendo mais o professor visto com um caráter autoritário. Além disso, a aula expositiva não deve ser a única maneira de se trabalhar um determinado conteúdo.

Juízes

Réu

Promotoria

Advogados de Defesa

Jurados

Resumo da aula dia 25/09/2017

Neste dia, houve a discussão da técnica Jurissimulado utilizado para defender  a aula expositiva.

Dessa forma chegamos a conclusão que a aula expositiva é importante e imprescindível para algumas situações, mas ela precisa estar alocada a outra técnicas para complementá-la. E claro, existem formas diferentes de trabalhar  a aula expositiva, por exemplo, a aula expositiva dialogada/ou dialógica. Lembrando que toda técnica traz riscos, limites e insuficiências, principalmente quando usada de forma constante, por isso as práticas de ensino precisa ser flexíveis e variadas.

Foi discutido também sobre a importância de um planejamento de aula que pode evitar alguns Imprevistos. E ao elaborar o planejamento é fundamental que se tenha bem definido qual a Intenção, ou seja, o objetivo da aula, além disso ser coerente com o conteúdo e avaliação. E por fim reunimos em equipe para elaborar um Plano sobre a aula expositiva.

Resumo da aula dia 29/09/2017

Neste dia, todas as duplas que foram formadas deveriam vir prontas para apresentar sua aula, sendo que o objetivo dela era explicar o que é uma aula expositiva. Poderia utilizar este mesmo recurso ou a aula expositiva dialogada. Contudo, nem todas as duplas apresentaram, pois foi realizado um sorteio pela professora de apenas algumas equipes.

O que aprendemos com as apresentações?

Ao final de cada apresentação a professora destacou diversas dicas de postura e comportamento durante uma aula.

A primeira dica é não ficar como uma estátua, preso ao chão, durante a aula, é importante que o professor circule no ambiente mudando a direção dos olhares dos alunos.

Ter cuidado com os gestos e movimentos, pois alguns acabam mexendo de forma descontrolada as mãos, a dica para controlar esses excessos de movimentos é ter alguns objetos na mão como, por exemplo, um lápis ou uma folha.

A entonação de voz é algo essencial e importante, assim evita que os alunos sintam sono e percam o interesse, sendo uma forma de atrair a atenção de todos.

Ter cuidado com os vícios de linguagem e uso de gírias e evitar ao máximo ficar explicando algum conteúdo olhando para o quadro, pois é  importante olhar para os alunos. 

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Resumo da aula dia 02/10/2017

Resumo sobre as Concepções sobre a Avaliação Escolar.

 

O artigo concepções sobre a avaliação escolar tem como objetivo analisar a relação entre as concepções pedagógicas e os significados assumidos pela avaliação no contexto escolar.

A avaliação é praticada por nós seres humanos constantemente. Pois avaliamos, julgamos e comparamos o tempo todo, ou seja, avaliar é parte intrínseca das relações humanas.

No contexto escolar a avaliação está estritamente ligada à natureza do conhecimento, e devido a esta natureza, a avaliação deverá ajustar-se a ela se quiser ser fiel e manter a sua coerência epistemológica.

Assim, a avaliação, como prática escolar, não é uma atividade neutra ou meramente técnica, ou seja, não se dá num vazio conceitual, mas é dimensionada por um modelo teórico de mundo, de ciência e de educação, traduzida em prática pedagógica.

Um segundo pressuposto é que a prática de avaliação dos processos de ensino e de aprendizagem ocorre por meio da relação pedagógica que envolve intencionalidades de ação, objetivadas em condutas, atitudes e habilidades dos atores envolvidos.

Num contexto histórico da avaliação como conhecemos hoje, ela foi sistematizada no século XVI pelos padres jesuítas. Há registros também, que antecedem a esse período pois, na China, três mil anos antes de Cristo, já se usavam os exames para

selecionar homens para o exército.

 

Pergunta!!!

A avaliação é praticada por nós seres humanos constantemente. Pois julgamos e comparamos o tempo todo, ou seja, avaliar é parte intrínseca das relações humanas. No contexto escolar, Quais cuidados podemos ter ao avaliar os alunos para não transparecer um juízo de valor.

Resumo da aula dia 05/10/2017

Tipos de avaliação

            A avaliação deve ser um instrumento no qual se possa identificar e analisar a evolução, o rendimento e as modificações do educando, confirmando a construção do conhecimento. Não ser usada apenas para dar satisfação aos pais do que foi aprendido ou não pelo aluno. A aferição de notas aos alunos, quase que na totalidade das vezes, serve apenas para classificar os alunos em aprovados e reprovados e não para medir nível de desenvolvimento. Sendo assim existem algumas modalidades de avaliação, que podem ser aplicadas na instituição escolar. São elas:

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    - Avaliação diagnóstica:  geralmente acontece no início de cada ciclo ou ano letivo, pois assim fica mais fácil detectar os erros e planejar as atividades que serão realizadas.

    - Avaliação formativa: tem como propósito informar ao professor e aluno sobre os resultados da aprendizagem, durante as atividades escolares. Onde possibilita a reformulação no mesmo e assegurar o alcance dos objetivos.

     - Avaliação somativa: tem a função de classificar os alunos ao final da unidade, semestre ou ano letivo, segundo níveis de aproveitamento apresentados. Objetiva avaliar de maneira geral o grau em que os resultados mais amplos têm sido alcançados ao longo e ao final de um curso.

    - Avaliação escrita: não pode restringir-se a pedir aos alunos que repitam somente o que foi ensinado ou o que está no livro didático, ela deve servir para verificar o desenvolvimento das habilidades intelectuais dos alunos na assimilação dos conteúdos (organização das ideias, clareza de expressão, originalidade, capacidade de fazer relações entre fatos dentro do texto escrito).

    -Auto avaliação: os alunos adquirem a capacidade cada vez maior de analisar suas próprias aptidões, atitudes, comportamentos, pontos fortes, necessidades e êxitos na consecução de propósitos

     - Avaliação cooperativa: estimula o aluno a coletar evidências concretas de trabalhos e proporcionar condições para que analise, juntamente com o grupo, o processo obtido é aperfeiçoá-lo para uma convivência democrática no grupo e na sociedade

 

No artigo o que é uma avaliação

Por que avaliamos?

- Como o aprender é individual e não sabemos se o aluno esta aprendendo, e uma forma de saber se ele aprendeu é através de uma avaliação , ou seja o feedback para o professor.

- Para saber se a aula esta coesa ou não

O que sentimos em relação da prova?

              - Avaliação

-Punição

“As práticas avaliativas podem servir à manutenção ou ser transformação social”

 

Leitura complementar

- Tipo de avaliação -http://ava.opet.com.br/conteudo/editora/curso_cosmopolis/avaliacao_educacional/PDF_ava_educ_UT6.pdf

A aula do dia 09 de outubro foi ministrada pelo professor estagiário Wilson que já vinha observando algumas aulas da professora Rita. Dando continuidade à aula passada, na qual foi trabalhada o texto “Concepções sobre a Avaliação Escolar”, o professor Wilson solicitou que se formassem duplas. Cada dupla tinha que formular uma questão sobre o texto e depois trocar com outra dupla para a questão ser respondida. Feito isso, era devolvido a pergunta para a dupla original a qual corrigia a resposta do colega. Esse procedimento foi realizado mais uma vez, porém uma dupla diferente deveria responder a pergunta proposta.

Resumo da aula dia 09/10/2017

Resumo da aula dia 16/10/2017

Neste dia, a fim de discutir sobre os tipos de avaliações que um professor pode realizar na sala de aula, Os alunos trouxeram seus resumos e textos que pesquisaram em casa com o objetivo de preencher um quadro elencando as características  da avaliação diagnóstica, formativa e somativa. Nesse quadro pedia-se para descrever cada avaliação, apontar os aspectos positivos e negativos e citar um exemplo da aplicação de cada avaliação de acordo com o curso de cada um. Essa atividade foi realizada pelos blogs, dessa forma cada integrante da equipe pode contribuir com os seu conhecimentos acerca do tema e, principalmente, dialogar e trocar ideias.

Assim que as equipes terminaram de preencher o quadro houve a socialização entre os outros blogs tornando a discussão mais Interessante. Essa discussão, foi sendo conduzida também pela professora regente.

Resumo da aula dia 19/10/2017

Nesta aula foi abordada a importância do professor se inteirar a respeito da política do país em
que se reside, na qual tem muita influência e consequências sobre a educação, principalmente
no Brasil.
          A história da pedagogia vem sendo atrelada aos acordos políticos desde os primórdios. O licenciando deve procurar uma maior intelectualização, pois, logo estarão lidando com indivíduos e seres pensantes que são os alunos, temos visto também o quanto temos retrocedido nas políticas e conquistas que outrora obtivemos como país , referente a todo o progresso que antes tínhamos obtido.
       No entanto, este tema abordado foi apenas para enriquecer o pensamento e coração dos docentes, afim de levar novos pensamentos enriquecidos para a sua vida e profissão.
         Esta tinha como objetivo falar a respeito da autoavaliação, de forma que o assunto anterior não exclui o fato de que como cidadãos, devemos sempre estar em contante avaliação a respeito da vida coletiva em sociedade e o que podemos fazer como cidadãos e profissionais, para que possamos ser um diferencial no nosso país positivamente.

​

Enfim, A Auto avaliação


          O que é errar de acordo com a teoria construtivista? É importante refletirmos a esse respeito, a palavra errar vem da palavra errância, que significa caminhar, mostra que o ser humano deve sempre estar em contínua caminhada.
          Na auto avaliação há a dificuldade de que o indivíduo possa ser sincero consigo mesmo, visto que o ser humano tem a tendência de sempre justificar seus erros afim de se sentir melhor.  Muitas vezes é mais fácil outros nos avaliarem, pois nos insenta das nossas próprias
responsabilidades. É também uma processo de auto estima, não um processo de se magoar,
ou se auto flagelar, mas nos fala das várias possibilidades de crescimento melhora.
       A narrativa ( fala, registro), é uma forma do professor incrementar a auto avaliação na prática docente, e a auto avaliação é uma maneira de organizar os próprios pensamentos.
Como tarefa desta aula, foi-nos dada uma leitura do livro: Pedagogia da autonomia e na própria aula, os alunos deveriam realizar uma auto avaliação por itens para a autoregulação.

Resumo da aula dia 23/10/2017

Categoria Freiriana

 

        Não há docência sem deiscência – o professor aprende com o aluno e vise-versa, uma aprendizagem mutuo; ensinar-aprender; dualidade a docência só é aprendido com a aprendizagem do professor.

        Temas geradores (palavras que tenham carga através do sentido do cotidiano do aluno)

        Curiosidade epistemológica -> rigorosidade metodológica no ensino-> amorisidade

        Aproximação da teoria e da pratica

Ética humana- condutas e ética social

Ensinar exige rigorosidade metódica

Ensinar exige criticidade

Ensinar exige risco, aceitação do novo e rejeitação a qualquer forma de discriminação

 Ensinar exige pesquisa

Ensinar exige estética e ética

​

Ensinar exige  reflexão critica sobre prática

Ensinar exige respeito aos saberes dos educandos

Ensinar exige a corporificação das palavras pelo exemplo

Ensinar exige o reconhecimento e assunção da identidade cultural

Resumo da aula dia 26/10/2017

Inicialmente a professora comenta sobre o projeto de lei que quer retirar o título de Patrono da Educação Brasileira de Paulo Freire. Ela comenta também sobre uma manifestação que ocorreria em

São Paulo contra este projeto.

​

Depois, dando continuidade à aula, a professora retorna ao livro o qual havia pedido para que lêssemos, “Pedagogia da Autonomia” de Paulo Freire. A professora Rita, comenta sobre o que estava escrita na sessão “Primeiras Palavras” do livro e em seguida o estagiário Wilson faz alguns comentários sobre o que ele já havia lido sobre Paulo Freire, e também comenta sobre a pedagogia do oprimido, uma obra também de Paulo Freire.

​

​

No decorrer da aula os alunos participam discutindo o que leram no prefácio do livro e também dando exemplos de coisas que já aconteceram com eles. Professora comenta que não é só estudantes de licenciatura que estudam Paulo Feire, ela diz que, por exemplo, estudantes de jornalismo também o estudam. É levantada uma questão em sala de aula: “Qual lição vocês tiraram do livro?”

​

Já no fim da aula, dois alunos de engenharia que fazer esta disciplina dão exemplos sobre a falta de didática dos professores nos cursos de engenharia, complementando dizendo que se formam professores para “capital”.

Neste dia tivemos uma aula reflexiva à respeito do capitulo 2 do Livro: autonomia da Pedagogia de Paulo Freire.

        Percebemos que cada aluno pode tirar uma mensagem diferente para a vida, pois esse livro é muito rico e muito denso, houve a compreensão de que somos seres inacabados, e assim o seremos para o resto da vida. Acreditar no ser humano é ver que ele é um sujeito inacabado, e para isso há a esperança de se dar a esperança, na docência que pretendemos exercer um dia, e para isso, devemos nos colocar no lugar do aluno para poder entende-lo, o professor.

        O professor assim como tem o poder de dar esperança, também tem o poder de destruir sonhos, por isso devemos nos colocar no lugar do aprendiz, temos o poder de fazer a diferença na vida de alguém através de nossas atitudes.

 

        

Resumo da aula dia 30/10/2017

  Em uma pesquisa feita por uma mulher argentina por volta dos anos 90, mostra que muitos alunos olham para os professores como espelho de seus pais, como figura paterna e/ou materna, porém cada aluno possui uma realidade diferente, onde o professor deve ter a sensibilidade de perceber qual o tipo de realidade o aluno convive e tentar cativá-lo em sua aula. (Sem encaixa no livro: o corpo fala- Pierre Wilder- Para quem se interessar em ler).

          A prática do professor deve falar mais alto do que seu discurso, ter autoconhecimento para que ele não venha a agir de tal forma que possa vivenciar incoerências em sua vida.

           Mas, O que é pedagogia da autonomia? O que é autonomia? Autonomia é responder por suas próprias ações, acreditarmos e fundamentar nossas escolhas, de aula, conteúdo a ser inserido, etc, para o aluno de compreender e compreender o seu processo como aprendiz, isso é formar um aluno desenvolvendo a autonomia do aluno, para isso o professor também tem que se sentir autônomo, e para que isso ocorra, os professores devem ser mais dignizados.

  O professor deve ser crítico, não no sentido de desdenhar, mas no sentido de sempre pensar a respeito das verdades que chegam para nós.

Resumo da aula do dia

09/11/17

1. SEGURANÇA, COMPETÊNCIA PROFISSIONAL E GENEROSIDADE - A Segurança é fundamentada na competência profissional. O educando que exercita sua liberdade vai se tornando tão mais livre quanto mais eticamente vá assumindo as responsabilidades de suas ações. Autoridade democrática deixa claro que o fundamental é a construção, pelo indivíduo, da responsabilidade da liberdade que ele assume. É o aprendizado da autonomia.

2. COMPROMETIMENTO - A presença do educando é uma presença em si política, e assim sendo, não pode ser uma omissão, mas um sujeito de opções. Deve revelar aos alunos, a capacidade de analisar, comparar, avaliar; de fazer justiça, de não falhar à verdade. O testemunho tem que ser ético. 

3. COMPREENDER QUE A EDUCAÇÃO É UMA FORMA DE INTERVENÇÃO NO MUNDO - A prática exige do professor uma definição. Decisão. Ruptura. Não podemos reduzir a prática docente ao puro ensino dos conteúdos, pois o  testemunho ético é ensina-los igualmente importante. É o respeito ao saber de “experiência feito” dos alunos, o qual busco superar com eles.

Comprometimento

Compreender que a educação é uma forma de intervenção no mundo

Liberdade e autoridade

Segurança, competência profissional e Generosidade

Disponibilidade para o diálogo

Reconhecer que educação é ideológica

Saber escutar

Tomada consciente de decisões

Querer bem aos educandos

Ensinar exige

7. RECONHECER QUE A EDUCAÇÃO É IDEOLÓGICA - Ideologia tem que ver diretamente com a ocultação da verdade dos fatos, com o uso da linguagem para opacizar a realidade, ao mesmo tempo que nos torna “míopes”. Sabemos que há algo no meio da penumbra, mas não o divisamos bem. Outra possibilidade que temos é a de docilmente aceitar que o que vemos e ouvimos é o que na verdade é, e não a verdade distorcida.​

8. DISPONIBILIDADE PARA O DIÁLOGO - O professor deve  se comportar com segurança ao discutir um tema, analisar um fato. Aberto ao mundo e aos outros, estabeleço a relação dialógica em que se confirma a inconclusão no permanente movimento na História.  A postura crítica diante dos meios de comunicação não pode faltar. Impossível a neutralidade nos processos de comunicação. Não podemos desconhecer a televisão, mas devemos usá-la, sobretudo, discuti-la.

9.  QUERER BEM AOS EDUCANDOS - Querer bem aos educandos e à própria prática educativa de que os professores participam. Essa abertura significa que a afetividade não me assusta, que não tenho medo de expressá-la.

4. LIBERDADE E AUTORIDADE - A autonomia vai se constituindo na experiência de várias e inúmeras decisões que vão sendo tomadas. Quanto mais criticamente assumo a liberdade, tanto mais autoridade ela tem.

5 TOMADA CONSCIENTE DE DECISÕES - A educação, especificidade humana é um ato de intervenção no mundo. O educador crítico pode demonstrar que é possível mudar o país. E isto reforça nele a importância de sua tarefa político-pedagógica. Ele sabe o valor que tem para a modificação da realidade, a maneira consistente com que vive sua presença no mundo. Sabe que sua experiência na escola é um momento importante que precisa ser autenticamente vivido.

6. SABER ESCUTAR - Somente quem escuta paciente e criticamente o outro, fala com ele, e sem precisar se impor. Não há inteligência da realidade sem a possibilidade de ser comunicada. O professor autoritário que recusa escutar os alunos, impede a afirmação do educando como sujeito de conhecimento.

Resumo da aula dia 13/11/2017

Indiciplina

Relações

​

Interdisciplinaridade

Direitos                   Humanos

                Gênero

Neste dia a professora passou orientações para os blogs sobre a responsabilidade e maturidade de realizar a autoavaliação da organização e compromisso do blog ao longo da disciplina. Reunimos em equipe para darmos início na construção de um texto em torno de cinco temáticas:

Mediação Pedagógica

Blog

   pedagógicas        

Resumo da aula

dia 20/11/17

Houve dentro desta aula uma dinâmica desenvolvida pelo estagiário Wilson, à respeito do trabalho pedido pela professora de nossa turma, onde os alunos deveriam criar um texto falando sobre:

​

1. Interdisciplinaridade;

2. Relações pedagógicas;

3. Mediação em sala de aula;

4. Educação em direitos humanos;

5. Questão de Gênero; e

6. Indisciplina em sala de aula.

​

Dentro deste contexto a turma foi dividida em uma roda ao centro da sala, onde estes alunos deveriam fazer a discussão de um desses temas, e outra turma que deveria ficar em roda ao redor dessa primeira turma, onde estes deveriam apenas observar e anotar as discussões:

No Primeiro Grupo foi-se discutido à respeito de Indisciplina em sala de aula, e foi-se abrangido durante a discussão, o tema sobre relações pedagógicas:

      Segundo o professor Wilson refletiu sobre este tema, a indisciplina está relacionado com a motivação da vontade, disciplina como regras de direcionamento.

      Paulo Freire trata de autoridade junto com a amorosidade, um professor que respeita a liberdade, porém, exige comprometimento também.

O que fazer para que haja a melhora, no caso da indisciplina? Para os alunos do centro da sala, deve-se entender o contexto em que o aluno está inserido, trata-lo em sua realidade, humanamente, é comprovado que o professor que se importa com o aluno, ajuda-o a se desenvolver muito melhor em sua disciplina, deve haver uma aproximação por parte do professor, que tenta se inserir em um relacionamento com ele, ensinar é um relacionamento coletivo.

​

E se uma turma com quase 70% tiver depressão? Como lidar com ela ao ponto de que você também deva ensiná-los a sua disciplina? Como abri-los para que haja tal interesse?

​

Mostrar respeito aos alunos é uma das atitudes principais, e também estar atento a eles é de suma importância, os alunos foram enfáticos quanto a proximidade e compreensão que se deve ter.

​

Foi dito também, que parte da indisciplina em sala, vem por parte do relacionamento entre professor-aluno, geralmente com o problema de autoritarismo por parte de alguns professores; e outra coisa a se pensar, é: o que é indisciplina?

​

Dificuldade de acatar regras, mas, quais são essas regras? Será que essas regras não estão sendo arbitrárias (sem sentido)?

​

Na relação de amorosidade descrita por Freire, o que tem que mudar é o sentimento que os alunos tem no que se refere as imposições dadas, pois esse sentimento de imposição muitas vezes é o que basta para que haja o repúdio por parte do estudante.

​

Outro caso, é? E se os indisciplinados forem os professores?

A turma é o reflexo do professor, o professor que não reflete ética, não pode ter o respeito de sua turma, hoje em dia, o professor mais reclama da turma que “impossivelmente mudará”, do que tentam transformá-lo, sei que muitas vezes as condições dadas desanimam os educadores, porém, se todos reclama, porque nenhum se torna um agente da mudança?

​

Individualismo, comodismo, dificuldade de acesso...  ????

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Segundo grupo: Mediação pedagógica

​

O professor nunca será dispensável, a linguagem ainda é o maior instrumento para o aprendizado.

Aula que amedronta X aula que não causa interesse.

Se a relação pedagógica não está dando certo, uma das consequências é a indisciplina, porém, nem sempre o professor autoritário é o cara que não gosta da turma, às vezes apenas não sabe articular com a turma e é mais fácil ser autoritário.

O educador deve estimular a criticidade do aluno a fim de que o educando não se acomode a respostas prontas, e comece a se questionar sobre o porque ele está estudando algo, ou fazendo o trabalho sobre algo, estimulando-o a entender alguns porquês e a ser uma mente pensante.

Antigamente, as mães, eram presentes, hoje, as mulheres trabalham, e muitas crianças ficam a mercê do que a sociedade impõe, e também de muitas coisas ruins, por isso o professor como o mediador pode mudar a realidade do futuro dessas crianças, trazendo-as para mais perto delas a compreensão da importância dos estudos para os seus próprios futuros, e essa forma de tratamento ao educando é de suma importância para a melhora da problemática do contexto atual, tudo isto sabendo que cada turma é diferente e deve assim ser tratado pois o professor não é um ser onipresente, e não conseguirá entender a realidade de cada aluno particularmente, e instigar a curiosidade é um dos maiores desafios de um professor.

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